Processo Legal da Sony Contra Udio e suas Implicações
Em 2024, Sony, acompanhada pela Universal Music Group e Warner Records, moveu uma ação judicial contra a Udio e o criador de música por inteligência artificial, Suno. Após obter acesso aos dados de treinamento da Udio por meio de um processo de descoberta, a Sony afirmou ter identificado um número significativo de músicas utilizando uma técnica de “impressão digital de áudio”.
A Ampliação da Ação Judicial
- A Sony protocolou um pedido para incluir mais de 30.000 músicas que alega terem sido “copiadas e ingeridas nos modelos de IA generativa” da Udio.
- Um juiz, no entanto, rejeitou a moção da Sony, limitando a ação original a 333 obras.
A Nova Ação Judicial
Agora, a Sony transformou as mais de 30.000 músicas em objeto de uma nova ação judicial, afirmando que poderia expandir ainda mais esse número. A empresa declarou que a Udio “admitiu que seus modelos de IA generativa foram ‘construídos ao mostrar ao programa uma vasta quantidade de diferentes tipos de gravações de som’, incluindo aquelas extraídas do YouTube”.
Parcerias e Adoção de IA na Indústria Musical
Após a rejeição da moção da Sony, a UMG e a Warner Music Group chegaram a um acordo com a Udio e atualmente estão parceiros da empresa, denotando uma nova era em que a indústria da música começa a abraçar a inteligência artificial.
Pedidos da Sony na Ação
A Sony está solicitando que a Udio seja impedida de infringir suas obras e pede indenizações de até R$ 150.000 por cada obra infringida.
Você pode conferir a lista completa das músicas que a Sony está processando a Udio. A disputa marca um importante ponto de reflexão sobre os direitos autorais e a utilização de tecnologia de IA na criação musical.